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Comprei um novo notebook
Finalmente chegou meu novo brinquedinho. Publiquei ontem minha análise sobre o produto no site da fabricante (DELL) e vou compartilhá-la no blog:
Eu uso para: Desenvolvimento de software, games, trabalhos de escritório, ouvir música, centro multimídia.


Configuração:
- Modelo: DELL Studio 14
- Core 2 Duo 2,27 com 3MB Cache
- 4 GB Memória RAM DDR3
- Tela LCD True Life WLED HD 14′
- Vídeo ATI HD4530 512 MB
- HD 320 GB SATA
- Leitor de Blu Ray + Gravador de DVD/CD
- Windows 7 ultimate 64bits
- Web Cam 2MB Pxl
- Reconhecimento Facial
- Bateria Extra (9 células total)
- Garantia FULL EXTRA MEGA POWER (Defeitos, roubo e acidentes, ehehe)
Pontos Positivos:
- Excelente máquina e levando em consideração o custo de configurações semelhantes do mercado, o Studio 14 se destaca facilmente devido ao alto nível de suporte e garantias fornecidas pela DELL.
- A possibilidade de configurar a máquina com excelentes periféricos permite que eu utilize os softwares e games mais modernos da atualidade.
- Seu designer é compensador. A forma como é tratada a bateria extra de 9 células completando a usabilidade do equipamento me surpreendeu.
Pontos negativos:
- As teclas F1 – F12 são acionadas apenas quando se usa o Fn, enquanto que normalmente é acionado as funções de brilho, sons, wireless, bateria, etc. Deveria ser o contrário.
- Existem apenas duas portas USB, o que não satisfazem as necessidades de hoje.
Os pontos negativos não influenciam na nota final do produto pois são considerações que podem ser contornadas e adaptadas de acordo com a necessidade.
Nota geral: 9,5/10
Off-Topic: O Despertar da Ambição
Recebi por email uma das reportagens mais interessantes que já lí, vale a pena compartilhar. Boa leitura!





Tomei a decisão final
A verdade é que me falta tempo para desenvolver meu próprio blog. O que não posso fazer agora é reinventar a roda. Sendo assim, este será sim o meu Blog Oficial, já contradizendo este post.
Já aproveitei e fiz a migração de muitos posts do antigo blog.
Have fun!
Entrevista com Dr. Roberto Shinyashiki
Recebi um email muito interessante, sobre uma entrevista com o Dr. Roberto Shinyashiki. Recomendo a todos a leitura. Segue na íntegra o conteúdo:
A revista ISTO É publicou esta entrevista com o Dr. Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional. Em ‘Heróis de Verdade’, o escritor combate as aparências, diz que falta ao Brasil competência, e não auto-estima.
ISTO É: Quem são os heróis de verdade?
RS: Nossa sociedade ensina que, para ser uma pessoa de sucesso, você precisa ser diretor de uma multinacional, ter carro importado, viajar de primeira classe. O mundo define que poucas pessoas deram certo. Isso é uma loucura. Para cada diretor de empresa, há milhares de funcionários que não chegaram a ser gerentes. E essas pessoas são tratadas como uma multidão de fracassados. Quando olha para a própria vida, a maioria se convence de que não valeu à pena, porque não conseguiu ter o carro, nem a casa maravilhosa. Para mim, é importante que o filho da moça que trabalha na minha casa, possa se orgulhar da mãe. O mundo precisa de pessoas mais simples e transparentes. Heróis de verdade são aqueles que trabalham para realizar seus projetos de vida, e não para impressionar os outros. São pessoas que sabem pedir desculpas e admitem que erram.
ISTO É: O Senhor citaria exemplos?
RS: Quando eu nasci minha mãe era empregada doméstica e meu pai, órfão aos sete anos, empregado em uma farmácia. Morávamos em um bairro miserável em São Vicente (SP) chamado Vila Margarida. Eles são meus heróis. Conseguiram criar seus quatro filhos, que hoje estão bem. Acho lindo quando o Cafu põe uma camisa em que está escrito ‘100% Jardim Irene’. É pena que a maior parte das pessoas esconda suas raízes. O resultado é um mundo vítima da depressão, doença que acomete hoje 10% da população americana. Em países como o Japão, a Suécia e a Noruega, há mais suicídio do que homicídio. Por que tanta gente se mata? Parte da culpa está na depressão das aparências, que acomete a mulher, que embora não ame mais o marido, mantém o casamento, ou o homem que passa décadas em um emprego, que não o faz se sentir realizado, mas o faz se sentir seguro.
ISTO É: Qual o resultado disso?
RS: Paranóia e depressão cada vez mais precoce. O pai quer preparar o filho para o futuro e mete o menino em aulas de inglês, informática e mandarim. Aos nove ou dez anos a depressão aparece. A única coisa que prepara uma criança para o futuro, é ela poder ser criança. Com a desculpa de prepará-los para o futuro, os malucos dos pais estão roubando a infância dos filhos. Essas crianças serão adultos inseguros e terão discursos hipócritas. Aliás, a hipocrisia já predomina no mundo corporativo.
ISTO É: Por quê?
RS: O mundo corporativo virou um mundo de faz-de-conta, a começar pelo processo de recrutamento. É contratado o sujeito com mais marketing pessoal. As corporações valorizam mais a auto-estima do que a competência. Sou presidente da Editora Gente e entrevistei uma moça que respondia todas as minhas perguntas com uma ou duas palavras. Disse que ela não parecia demonstrar interesse. Ela me respondeu estar muito interessada, mas como falava pouco, pediu que eu pesasse o desempenho dela, e não a conversa. Até porque ela era candidata a um emprego na contabilidade, e não de relações públicas. Contratei-a na hora. Num processo clássico de seleção, ela não passaria da primeira etapa.
ISTO É: Há um script estabelecido?
RS: Sim. Quer ver uma pergunta estúpida feita por um presidente de multinacional no programa ‘O Aprendiz’? – Qual é seu defeito? Todos respondem que o defeito é não pensar na vida pessoal: – Eu mergulho de cabeça na empresa. Preciso aprender a relaxar. É exatamente o que o Chefe quer escutar. Por que você acha que nunca alguém respondeu ser desorganizado ou esquecido? É contratado quem é bom em conversar, em fingir. Da mesma forma, na maioria das vezes, são promovidos aqueles que fazem o jogo do poder. O vice-presidente de uma das maiores empresas do planeta me disse: ‘Sabe, Roberto, ninguém chega à vice-presidência sem mentir’. Isso significa que quem fala a verdade não chega a diretor!
ISTO É: Temos um modelo de gestão que premia pessoas mal preparadas?
RS: Ele cria pessoas arrogantes, que não têm a humildade de se preparar, que não têm capacidade de ler um livro até o fim e não se preocupam com o conhecimento. Muitas equipes precisam de motivação, mas o maior problema no Brasil é competência. Cuidado com os burros motivados. Há muita gente motivada fazendo besteira. Não adianta você assumir uma função, para a qual não está preparado. Fui cirurgião e me orgulho de nunca um paciente ter morrido na minha mão. Mas tenho a humildade de reconhecer que isso nunca aconteceu graças a meus chefes, que foram sábios em não me dar um caso, para o qual eu não estava preparado. Hoje, o garoto sai da faculdade achando que sabe fazer uma neurocirurgia. O Brasil se tornou incompetente e não acordou para isso.
ISTO É: Está sobrando auto-estima?
RS: Falta às pessoas a verdadeira auto-estima. Se eu preciso que os outros digam que sou o melhor, minha auto-estima está baixa. Antes, o ter conseguia substituir o ser. O cara mal-educado dava uma gorjeta alta para conquistar o respeito do garçom. Hoje, como as pessoas não conseguem nem ser, nem ter, o objetivo de vida se tornou parecer. As pessoas parecem que sabe, parecem que faz, parecem que acredita. E poucos são humildes para confessar que não sabem. Há muitas mulheres solitárias no Brasil, que preferem dizer que é melhor assim. Embora a auto-estima esteja baixa, fazem pose de que está tudo bem.
ISTO É: Por que nos deixamos levar por essa necessidade de sermos perfeitos em tudo e de valorizar a aparência?
RS: Isso vem do vazio que sentimos. A gente continua valorizando os heróis. Quem vai salvar o Brasil? O Lula. Quem vai salvar o time? O técnico. Quem vai salvar meu casamento? O terapeuta. O problema é que eles não vão salvar nada! Tive um professor de filosofia que dizia: ‘Quando você quiser entender a essência do ser humano, imagine a rainha Elizabeth com uma crise de diarréia durante um jantar no Palácio de Buckingham’. Pode parecer incrível, mas a rainha Elizabeth também tem diarréia. Ela certamente já teve dor de dente, já chorou de tristeza, já fez coisas que não deram certo. A gente tem de parar de procurar super-heróis, porque se o super-herói não segura a onda, todo mundo o considera um fracassado.
ISTO É: O conceito muda quando a expectativa não se comprova?
RS: Exatamente. A gente não é super-herói nem super-fracassado. A gente acerta, erra, tem dias de alegria e dias de tristeza. Não há nada de errado nisso. Hoje, as pessoas estão questionando o Lula, em parte porque acreditavam que ele fosse mudar suas vidas e se decepcionaram. A crise será positiva se elas entenderem que a responsabilidade pela própria vida é delas.
ISTO É: Muitas pessoas acham que é fácil para o Roberto Shinyashiki dizer essas coisas, já que ele é bem-sucedido. O senhor tem defeitos?
RS: Tenho minhas angústias e inseguranças. Mas aceitá-las faz minha vida fluir facilmente. Há várias coisas que eu queria e não consegui. Jogar na Seleção Brasileira, tocar nos Beatles (risos). Meu filho mais velho nasceu com uma doença cerebral e hoje tem 25 anos. Com uma criança especial, eu aprendi que, ou eu a amo do jeito que ela é, ou vou massacrá-la o resto da vida para ser o filho que eu gostaria que fosse. Quando olho para trás, vejo que 60% das coisas que fiz deram certo. O resto foram apostas e erros. Dia desses apostei na edição de um livro, que não deu certo. Um amigão me perguntou: ‘Quem decidiu publicar esse livro?’ Eu respondi que tinha sido eu. O erro foi meu. Não preciso mentir.
ISTO É: Como as pessoas podem se livrar dessa tirania da aparência?
RS: O primeiro passo é pensar nas coisas que fazem as pessoas cederem a essa tirania e tentar evitá-las. São três fraquezas: A primeira é precisar de aplauso, a segunda é precisar se sentir amada e a terceira é buscar segurança. Os Beatles foram recusados por gravadoras e nem por isso desistiram. Hoje, o erro das escolas de música é definir o estilo do aluno. Elas ensinam a tocar como o Steve Vai, o B. B. King ou o Keith Richards. Os MBAs têm o mesmo problema: ensinam os alunos a serem covers do Bill Gates. O que as escolas deveriam fazer é ajudar o aluno a desenvolver suas próprias potencialidades.
ISTO É: Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?
RS: A sociedade quer definir o que é certo. São quatro loucuras da sociedade. A primeira é instituir que todos têm de ter sucesso, como se eles não tivessem significados individuais. A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todo o dia. A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo. Por fim, a quarta loucura: Você tem de fazer as coisas do jeito certo. Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas. As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz, enquanto não casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento. Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família o com amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo à praia ou ao cinema. Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. A maior parte pega o médico pela camisa e diz: ‘Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz’. Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas. Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.
Como desenvolver um PFC (software) de sucesso?
No semestre passado, eu estava passando pelo último período na faculdade, e foi um dos mais deixa-pra-lá que já tive. É o estresse pelo acumulo de atividades paralelas, vontade de formar, problemas com a organização por eventos da formatura, tirando o fato de que é imprescindível fazer um Projeto Final de Curso para concluir o bendito.
Pois bem, eu publiquei um este artigo em meu antigo blog, e como pretendo manter este como o oficial apartir de hoje, já contradizendo este post, farei a migração completa dos posts que eu achar interessante, inclusive este. Um PFC é uma obrigação do aluno e uma obrigação pessoal (assim eu o considero). Você aluno/profissional que vai fazer um trabalho como este, aconselho levar para o lado pessoal e concentrar boa parte de suas energias no desenvolvimento deste projeto.
Garanto que quando terminar, você vai se sentir um puta-de-um-profissional capaz de realizar toda e qualquer tipo de atividade relacionada com as etapas deste projeto. Todos estes concelhos se baseiam única e exclusivamente em minha experiência, o que não implica na exclusividade da opinião.
Como um todo, o processo lembra muito bem qualquer processo de desenvolvimento de software com uma equipe completa, lembrando que neste caso, você é quem idealiza, planeja, analisa, programa e testa o sistema.
A Idéia
Se você está começando e não tem a mínima idéia do que desenvolver, pense nos problemas. Pense nos problemas sem solução, pense nos problemas com soluções que poderiam ser melhoradas, pense em problemas que amigos, parentes e colegas possuem no trabalho ou atividade fim de cada um. A idéia é detectar algum problema que possa ser solucionado (ou minimizado) por um sistema de informação.
Além de conceber a idéia, é importantíssimo aprimorar. Para isto, não adianta se isolar em um “quarto fechado” para pensar em possíveis novos aprimoramentos cujas opções estão limitadas apenas à sua capacidade. Explore (no sentido bom da palavra) as pessoas com quem convive. Peça sugestões e discuta de modo saudável as opções de cada um para concluir uma idéia final e aprimorada.
Em especial, não faça distinção das pessoas com as quais discutirá, todas são possíveis candidatas a lhe conceder uma brilhante idéia. Isto é aprimoramento.
Outra grande fase importante para definição da idéia, é correr atrás de projetos de SI relacionados com sua idéia, pois não só de idéias vive um projeto, é preciso ver trabalhos concretizados e aperfeiçoar os detalhes que achar interessante (famoso Estudo do Estado da Arte). É um ciclo:

A Proposta
Com a idéia em mãos, é importante criar uma proposta que vai definir exatamente qual o objetivo do seu projeto, os problemas a serem resolvidos e os diferenciais do sistema com relação aos existentes no mercado (se existirem). Lembrando que neste passo, ainda é possível aprimorar a idéia e readaptar a proposta. Claro que estes itens serão preenchidos conforme perfil do projeto, ou seja: É um produto final? É um SI customizado para alguém (pessoa ou empresa)? Com base nisto, você deverá buscar as informações necessárias nas fontes corretas.
image O principal é: Seja breve e objetivo. A proposta é essencial para que as partes não interessadas do projeto entendam o que é e para que serve o projeto e principalmente, para que desta vez as partes interessadas do projeto entendam melhor o escopo, facilitando no processo de definição de metas e prazos.

Nas etapas que seguirão, é importante não alterar esta proposta para não prejudicar as metas e prazos. Então aproveite este momento para fazer uma revisão final e bater-o-martelo: “É isto que vou fazer!”.
Metodologia de Desenvolvimento (Gerenciamento de Projeto de Software)
Talvez, antes de definir a tecnologia ou mesmo as funcionalidades do sistema, é importante definir qual será a metodologia de desenvolvimento. Extreme Programing (XP)? Scrum? RUP? PMP? Uma mistura destas metodologias? A verdade é que não existe uma fórmula secreta, cada caso é um caso e as variáveis do projeto deverão ser analisadas, como por exemplo:
Contará com a presença quase constante de um cliente? Quantas horas semanais pretende se dedicar ao projeto? Quanto de conhecimento técnico em tecnologias de desenvolvimento (Java, .NET, etc) que podem auxiliar no desenvolvimento (não foi escolhida ainda) você possui? Quanto de conhecimento do negócio você possui?

Por fim, ordene a prioridade destes itens no projeto: custo, tempo, qualidade e escopo.
Com base nestes fatores, você deve definir qual metodologia ou combinação de metodologias de desenvolvimento de software se adequa melhor à sua necessidade. Pessoalmente, sempre acabo fazendo uma combinação onde a maior parte das atividades possuem foco em metodologias ágeis, como o XP. Falando em XP, indico um ótimo livro, do autor Vinícius Manhães Teles, Extreme Programing.
A Tecnologia
O fator que vai determinar praticamente 70% do sucesso no desenvolvimento do seu PFC é exatamente a tecnologia ou as tecnologias a serem utilizadas. Muitas pessoas definem a tecnologia antes mesmo de formalizar uma idéia concreta sobre o que será o projeto, já eu prefiro me concentrar primeiramente na idéia, bem como metodologia de desenvolvimento para aí sim, definir qual tecnologia se encaixa melhor na necessidade.
Esta necessidade varia muito, assim como na escolha da metodologia, vários aspectos devem ser considerados, como por exemplo:
Para quais os fins a tecnologia vai auxiliar no desenvolvimento do projeto? Será em ambiente Web, Desktop ou Mobile? Ou será uma combinação destes ambientes? Será específico para algum SO? Windows? Linux?

Além disto, é importante conhecer suas próprias habilidades e fazer a ligação delas com a necessidade real do projeto:
Quais as tecnologias que você possui maior familiaridade? Estas tecnologias ou algumas delas podem atender à demanda principal (funcionalidades principais) do projeto? Quais são as tecnologias alternativas? Você possui fontes confiáveis de pesquisa para aprendizado nestas tecnologias alternativas? Banco de Dados Relacional ou Orientado a Objetos?
Este é meu ponto de vista com relação aos principais questionamentos que devemos fazer antes de escolher as tecnologias que serão utilizadas no projeto. Reforçando que as tecnologias que você possuir mais aptidão refletirão em 80% no sucesso do projeto.
O Planejamento
Chegou o momento de dividir as tarefas principais (funcionalidades do sistema, documentação, etc) e definição de metas através do escopo já construído na proposta. Aqui, você vai levar em consideração o seu tempo disponível para dedicação do PFC durante a semana e a partir daí, estabelecer metas.

Cada meta estabelecida e não cumprida, aconselho fazer o replanejamento das atividades, inclusive de outras que não fazem parte do escopo do projeto (pessoais, etc) para que este não seja prejudicado. Obviamente, não podemos prejudicar outras atividades também, então saiba dosar seu tempo disponível para cada atividade.
É aqui que começamos a perder o sono (na verdade nós não perdemos o sono, só nos obrigamos a ficar sem ele por um tempo) e a diagnosticar falhas na memória, por isto: Anote o que for realmente importante. Em geral, tudo anormal normal.
A Execução
Com a idéia, escopo e planejamento de atividades concluídos, nada mais natural que começar a desenvolver.
A execução é uma etapa que está interagindo constantemente com o planejamento para justamente, permitir o replanejamentos das atividades.
Então agora é o momento de definir todas os diagramas UML a serem utilizados, criar a arquitetura básica de funcionamento das funcionalidades principais do projeto, enfim: Seguir seu planejamento.

Dica: Seja flexível.
Ao término desta fase, crie uma lista de possíveis melhorias para seu sistema. Defina quais melhorias farão parte da próxima versão e enumere-as por prioridade. Isto é importante pois mostra comprometimento e seriedade com o desenvolvimento do projeto. Isto é cuidar da saúde do projeto.
A Apresentação
Com o peixe em mãos, é chegada a hora de vender. Capriche neste momento. Lembre-se: Aparência é 50%, os outros 50% temos qualidade, funcionalidade, problema a ser solucionado, etc.

Sendo assim, faça uma apresentação excepcional sobre o seu trabalho, mostre da forma mais objetiva possível como o sistema é capaz de solucionar o problema que foi proposto na concepção da idéia, dê foco aos diferenciais e por fim: Apresente sem medo-de-ser-mordido.
Conclusão
Para ter um PFC de sucesso, basta se dedicar e superar suas próprias expectativas. Como qualquer atividade na qual você trabalha, a realização pessoal passa a existir quando você se supera, isto é evolução.

De qualquer forma, boa sorte para mim, pois ainda faltam 26 dias para começar a apresentação final do meu PFC. Já imagino sucesso na apresentação e espero colher os frutos (imagem ao lado representa muito bem isto) de todo o trabalho realizado e que ainda será (lembra da lista de possíveis melhorias?).
E boa sorte para você também que ainda há de começar ou terminar um PFC.
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